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Notícias
 
16/10/2018
Terceira Ponte vai ter uma faixa a mais                                               

A Terceira Ponte passará a ter uma quinta faixa para diminuir o trânsito. O concreto, que divide a estrutura ao meio, com duas faixas para cada lado, será destruído. A quinta faixa passará a ser reversível nos horários de pico. Pela manhã, três serão destinadas para o sentido Vila Velha-Vitória. De noite, será o contrário.

 

As faixas passarão a ser divididas por cones e olhos de gato. A cada 300 metros terá um pórtico (painel) com sinais de trânsito, informando o sentido: se, naquele momento, a faixa em que o veículo se encontra é mão ou contramão.

As novidades foram anunciadas ontem pela Agência Reguladora de Serviços Públicos (Arsp).

Haverá um sistema inteligente que vai avaliar fluxo e velocidades e decidir qual o esquema de faixas é o mais apropriado para desafogar o trânsito em cada momento.

“De antemão, vamos operar com alterações apenas de manhã e à tarde. Mas pode ser que a gente faça alterações em outros momentos do dia” explicou o diretor da Arsp, Júlio Castiglioni.

Os custos estão orçados em cerca de R$ 24,5 milhões e a licitação deve ser feita pelo Departamento de Estradas e Rodagem até o final do ano. Depois, a previsão é de oito meses para execução. Como o investimento será proveniente dos cofres do Estado, não haverá aumento da tarifa do pedágio. As obras estão previstas para acontecer à noite.

Em Vila Velha, onde a ponte começa “separada”, será necessária a instalação de uma estrutura metálica. Com as mudanças, as pistas serão menores: hoje cada faixa tem 3,50 metros de largura e passará a ter 3,10 metros. A quinta faixa será um pouco maior: 3,60 metros. Foi levada em consideração a experiência semelhante na ponte Lions Gate, no Canadá.

Estudos estimam melhoras entre 6h30 e 9h, com a velocidade média indo de 26 km/h para 33 km/h. Entre 16h30 e 19h30, a capacidade de veículos salta de 3,5 mil para 4,1 mil. Há previsão de que haja diminuição de 12% no tempo total de viagem, em média.

Questionado se a saída de uma barreira de concreto e a chegada de cones podem aumentar possibilidades de colisões frontais, Castiglioni admitiu que atualmente a possibilidade é zero, mas não ficará “tão perto de zero assim”.

“Estamos trazendo tecnologia de ponta, com videomonitoramento 24 horas. Instintivamente a velocidade vai cair, porque as faixas ficarão mais estreitas.


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